quarta-feira, 18 de abril de 2012

Mundos sem paz



Mundos sem paz 

Existem tantos mundos,
Dentro de um so.
Que entrelaçados,
So poderiam acabar em po.

Em nenhum deles ha paz.
Nenhum é capaz.
Nenhum é assim tão audaz,
Para  tentar saber como se faz.

O deixar andar,
Preenchido por palavras bonitas.
Ganhou ao nada fazer,apenas pelas palavras ditas.

Todos se perderam no ego.
 E ficaram entre  as guerras proprias e alheias. A nadar...
Nas lagrimas de sangue, que neles escorriam, ao ver fugir o sussego.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sentir


Sentir

Sentir... é o dom descontrolado,
Que da colorido a tudo!

Nascemos com ele sem querer.
E ele usa-nos como quer.
Se lhe fala-mos,
Ele faz orelha mouca.
Se ele nos fala, treme-mos...
A cada palavra, de sua boca.

Desde sempre, os maiores sentimentos
Nos levaram as maiores loucuras.
As mais tristes e as mais puras.
Porque sentir não tem rédias.
So momentos!

Mas graças a ele...
Os nossos olhos brilham!
Do nada, temos arrepios na pele!
Os momentos são unicos e ficam!
As alegrias existem!
E nos percebemos que as marés não acabam,
Até todas as ondas rebentarem!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Liberta-te



Liberta-te

Liberta tudo o que não é para ti!
Abre mão da vaidade.
Dà espaço à novidade.
Voa na simplicidade,
Que tem o bater de um coração.

Tarde ou cedo..
Que importa?
Liberta tudo o que não é para ti!
Pois na ponta de um dedo,
Outro dedo se encosta.
Basta haver forças para os esticar.

Acredita que aquilo que é para ti...
Não desaparece.
Apenas aparece.
Como uma chama...
Que ora te aquece,
Ora se arrefece!

Liberta tudo o que não é para ti!
Abre mão da vaidade.
Dà espaço à novidade.
Voa na simplicidade,
Que tem o bater de um coração.

Liberta tudo o que não é para ti!
Guarda a felecidade...
E sorri!

domingo, 8 de abril de 2012

Do alto da minha colina



Do alto da minha colina

Do alto da minha colina,
Vejo a planice.
E lei-o a minha propria sina.

E reparo, que tudo o que hoje por ti sinto,
Prova que, o que sentira por outrem ate então...
Não era mais, do que senão
Ilusões de um magico, com o mito.

Pois aqui...o ar esta mais puro!
Eu estou seguro!
Embora louco e perdido no alto,
Que nunca dei como certo.

A calma sabe a paz.
O sol, como nunca o tive, és tu que me daz!
Sobir-te assim fez-me
Trunfado para sempre, por esse teu àz.

O futuro é o horizonte,
Que em ti começa e termina.
 Vou por a minha bandeira neste topo virado a norte.
Anunciando  que te alcancei, menina!

 Depois farei sinais de fumo.
Com a lenha que apanhei pelo caminho.
Espalhando pelas nuvens com carinho...
Que te amo!

 E assim, o destino se cumpre!
No alto da minha colina.
Para a felecidade,
 Deixar de ter idade.
E viver para sempre!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Rio de aguas profundas



Rio de aguas profundas

Não dei atenção,
E tu cresces-te.
Agora estas grande e fincas-te.
As tuas raizes encarnaram.
E agora são em mim, muito mais do que eu.

Quando por mim grito,
Com teu nome respondo.
E parece que te escuto,
Dizer-mo ao ouvido.

Nao me vejo.
Nao me ouço.
Reboliço castiço,
Este meu.

O meu “eu”, roeu.
Caiu ...
Por ti!
 Partiu...
E salta agora à tua frente.
Pedindo...“Faz-me teu”!

Ao mesmo tempo, ri-o e ri-o!
Pois não passo de um rio
De aguas profundas
Que por ti correm desgovernadas.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Ao som da escolha



Ao som da escolha

Segura.
Segura firme.
Sente e diz-me:
Ate onde queres levar esta loucura?

O abismo, ou o céu estão garantidos.
E nos perdidos...
Temos apenas de escolher,
Entre o ter, e não ter

Fala-me entre olhares.
Porque assim falam os pares.
E  no mesmo passo,
Desbravemos o cansaço...
Ao som daquilo que escolher-mos.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Surpresa entre braços



Surpresa entre braços

Surpreso...
Seguro-te em meus braços.
E a alguém rezo...
Pois o que parece facil,
É fragil!
E rapidamente se torna em estilhaços.

(Nao confio em mim, nem para estar comigo.
Colado nas costas,
Devia ter um sinal de perigo!)

Mas  o que partilha-mos entre braços,
É bom e simples demais.
Para quê ter sinais?
Se o que se quer...é mais e mais.

O ar esta puro.
Mas ninguém respira seguro.
Enquanto houver braços,
Os momentos serão abraços .
Que não nos deixaram cair!

sábado, 31 de março de 2012

Leva-me a ti



Leva-me a ti

Toca a lua!
Faz-la tua!
E muda o luar.
Torna-o tua cara,
Para eu te poder olhar.

Estou longe e sozinho.
Perdido num ninho,
Feito de saudade.

Tem a bondade.
Porque eu tenho vontade.
Toca a lua!
E cria a rua,
Que me levara a ti!

Pois eu não posso voltar.
Tu não podes vir.
Se a lua nos unir,
O céu sera nosso lar.

terça-feira, 27 de março de 2012

Palavras que um dia escrevi


Palavras que um dia escrevi

A dor so dorme, quando o amor a embala!
Porem nem a dormir se cala.

Queria ir mas não posso.
Pois para alem de ti,
Não tenho o que deveria ser nosso.

A razão de pensar...
A razão de viver...
Tem na razão,
O unico senão de se ser.

Os braços abertos, são sinal de confiança.
Entra na dança e abraça.
Faz do teu momento,
O momento completo.
Tendo alguém por perto.

Quem sente perde-se,
Entre o que cresce.
Bate e bate na tecla do esclarece...
Mas tudo o que vem, esta em tom nublado.

O unico motivo para sentir-mos dor,
 É a ambição de sermos felizes.

A simplicidade é de facil aceitação,
Mas de dificil compreenção.

Tudo o que não se percebe,
 So acaba...quando se aceita.

...Palavras que escrevi...
Em dias que não as disse.
Coisas que vivi!
E se não vivi... vive-se!

Amor cego



Amor cego

La vai o filho pela mao do pai
Atirando sorrisos.
Como aqueles que ao ve-los me sai.

Mão protectora
Te cedo o olhar.
De segurança vestes a cara
Da palavra amar.

sábado, 24 de março de 2012

Solamente Tu


Solamente Tu

Fantastica,
Loucura de Deus !
O
Real é irreal, e em ti estica.
Beleza não é apenas beleza.
E...
Làgrimas em ti, ou por ti, são cristais.
Amar-te por isso... Não é demais!

Como és perfeita nas tuas imperfeições.
O teu
Riso transforma-te.
Raio de sol em mil direcções.
Eu aqueço-me na tua arte.
Inexplicavélmente...
Ando parado. Voo e aterro apaixonado!

Deusa da graça.
Infinita na raça.
Atras de ti levas meu coração. Com...
Sua e minha alma, presas numa canção.


sexta-feira, 23 de março de 2012

A norte




A norte

Forte!
Tudo mais esta a norte!
A norte de mim...
E do sim.
Daquilo que sinto.

Longe... so mais forte.
So mais norte.
Porém, perdido me encontro...
Longe, ou perto, do que quero.

E tudo isto porque não tenho.
Nem longe... nem perto...
Pior ... onde estou... de onde venho...
So penso, no que não tenho!

E penso que se tivesse, daria pulos!
Dançava como os tolos!
Faria tudo com os olhos,
De quem tem tudo o que ama!

Mas a indecisão chama.
E a ela, vai o presente.
Ai, o futuro pinta-se de dor doente.
Até a indecisão se perder.

E  assim balança a amizade,
Entre a solução e o fracasso.
Por culpa de um laço,
Por dar na sinceridade.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Cristais em chama


Cristais em chama

Saudaçoes divinas!
Santo amor.
Dou-te graças.
Tu das-me cor.

Facilitando a armonia das cores...
Dos sabores...
Benditas sejam as tuas partes indolores.

Amar encanta!
Mesmo quem tem medo de amar.
Por isso não farta,
Ver ondas no mar.

Alegria...
Vivo eu, tua cria,
Sem ter o que queria.
Mas amando o quanto podia.

Este arco-iris,
Mostra-se e diz:
Que as lagrimas no sorriso de quem ama,
São cristais em chama!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Ao lado



Ao lado

Como é bom saber que te tenho.
E sentir-te bater.
Pena agora, mais uma vez.... teres batido, por bater.

Foi mais um tiro ao lado...
Coração alado.
Somos novamente os dois.
Agora, sem “ais”, nem “ois”.

A fazer um elogio ao amor.
Não guardando saudade.
Nem dor.
Mas fortalecendo a amizade!

Porque a amizade merece,
Que o amor arrefeça.
E o sorriso apareça,
Sempre que ela quiser.

Esta escrito na estrela que nos guia,
Que o amor é generoso.
Quando assim, é preciso.
Ao ponto de ceder à amizade, a felecidade,
Que para ele pedia!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Revolta



Revolta

Não decidi ser quem sou.
Por isso me queixo.
Não por questão de gosto.
Mas porque de tudo, e em tudo...
Depressa me farto!

As chicotadas que dou
Ao meu proprio ser,
Por vezes, faz-me
Ter pena da palavra viver.
Não...Não sou um coitado.
Apenas me faço descrer.

O cansaço apoderou-se de mim.
E agora abusa!
Mas não se acusa.

Estou farto!
Mas não parto.
Durmo!